27 fevereiro 2005

Pelo que vejo a depressão e a não aceitação da doença é um dos fatores que mais atrapalham no tratamento.
Meu pai, mesmo, hoje está todo "aéreo", querendo ir embora para "a casa dele"... tá uma situação muito ruim mesmo. E o pior é que só conseguimos marcar o médico para daqui a oito dias.
Segundo o Dr. Mario, existem remédios para estas confusões mentais. Espero que desta vez ele possa medicá-lo... pois se a cabeça do paciente está boa, fica mais fácil fazer com que ele siga o tratamento, e até queira fazer algum exercício...

Mas, sem perder as esperanças, vamos levando como dá para levar.

Beijos a todos.
DEPOIMENTO DE ADRIANA - mãe PcP

A minha mãe tem a DP há 9 anos e desde 2003, a situação dela vem piorando. Ela não se alimenta direito, então é uma luta para fazê-la comer. O remédio (prolopa) também foi um custo para q ela começasse a tomar, por causa dos enjôos q ele dá. Foi preciso interná-la no hospital no ano passado, para receber soro, fazer exames e iniciar este medicamento.

Felizmente na época ela teve melhoras consideráveis de ânimo e movimentos, mas esta melhora durou poucos meses, logo os efeitos colaterais do remédio apareceram e aí a depressão piorou.

Tudo que se pode fazer para ajudá-la é feito, mas ela não dá continuidade a nada, corri atrás de fisioterapia domiciliar no HCE e ela mal começou já não quer mais fazer. Hoje mesmo corremos com ela para a emergência do HCE, pois estava com falta de ar e com refluxo e muito nervosa. Os médicos disseram q ela estava mesmo nervosa e ansiosa com os sintomas q sente(rígidez muscular lentidão e flutuações motoras).

O medicamento já não faz muito efeito.

Adriana